sexta-feira, 27 de junho de 2014

SE OS PRATICANTES DE RITOS NEGROS SÃO REALMENTE MINORIA, COMO OS TERREIROS CONTINUAM PAGANDO CONTAS?

INTRODUÇÃO O autor começa contextualizando de onde parte seu capítulo: os dados do IBGE referente aos dados do CENSO 2000 acerca do pertencimento religioso. O autor chama a atenção pela quantidade de categorias adotadas pelo IBGE, mas não entra em considerações se estas categorias (144) são auto-classificadas ou hetero-classificadas. Giambelli quer convencer o leitor que o vocabulário que a se refere a maiorias e minorias religiosas carregam em si pressupostos e implicações. Ele afirma que num cenário em que em que muito se discute os resultados das estatísticas religiosas, seu objetivo é provocar uma reflexão focada nos significados da própria quantificação, tendo como plano imediato de observação as feições mais gerais do campo religioso brasileiro. 1. PARA DESBANALIZAR A NOÇÃO DE MINORIA O autor reflete que a noção de minoria não é apenas uma referência estatística. Depois de uma farta exemplificação baseada no filósofo político M. Walzer da qual destaco a noção mais próxima da República brasileira, de Estado-nações, cujo fundamento político reside idealmente no princípio, criando uma assimetria entre os indivíduos em função de seus pertencimentos coletivos. Ou como ilustra o autor: Um grupo dominante único organiza a vida comum de acordo com sua história e sua cultura própria, tendo por fim, na melhor das condições, reproduzir essa história, pereniza essa cultura. Para o autor a Modernidade institui uma espécie de individualismo como fundamento religioso. O estado moderno relega para o privado a esfera religiosa, já que se pressupõe que a esfera pública é ou tende a ser laicizante ou secularizante. Guiambelli se vale de uma farta demonstração sobre o Estado indiano e seu jogo de cintura com o Islã, que é presumidamente uma minoria religiosa na Índia. 2. BRASIL SEM MINORIAS Giambelli começa esta seção chamando a atenção para a questão peculiar do campo religioso brasileiro. Segundo ele, a história brasileira traduziria sinais da pluralidade religiosa – nem mesmo quando cláusulas políticas previam que apenas o catolicismo fosse cultuado nessas terras. Para ele, o vocabulário derivado da noção de maioria e minoria nunca se tornou dominante ou mesmo recorrente para demarcar essa pluralidade. Para a Igreja Católica no Brasil não é maioria, mas sim totalidade. Segundo sua historiografia a Igreja Católica precedeu aos brasileiros ao ser ela uma das forças e dos motivos da colonização – e que, proclamada a independência, foi ratificada como religião oficial. No Brasil república foi estabelecida a laicidade do Estado em 1889, a Igreja Católica reivindicou estar ao lado da “nação”. A consequência mais visível foi a presença de suas instituições e de seus símbolos em espaços públicos , algo que depois de 1930, foi apoiado e desejado pelos poderes centrais, caracterizando uma situação que já foi chamada de “neocristandade”. E no período da Ditadura Militar a Igreja Católica teria, segundo o autor, entrado em rota de colisão com os governos militares, pois seria do lado do “povo” que a mesma Igreja pretendia estar. Cada uma dessas imagens alimentou a ideia do “Brasil católico”, que temos ainda hoje tantas marcas e manifestações. O pluralismo interno ao catolicismo, derivado de acomodações históricas, às vezes propiciadas pelas práticas, quase sempre negadas no plano das discussões coexistia a um pluralismo externo, por conta de movimentos que escapavam do controle clerical, mas que não raramente tramavam com o catolicismo um jogo complexo de complementaridade. O preço do inclusivismo está no fato, de que as alternativas ao catolicismo, se existentes, deveriam ser subordinadas a este. Guiambelli cita o caso do que chamou genericamente de “religiões mediúnicas”. Enquanto no catolicismo é possível “ser sem participar”, nas religiões mediúnicas é mais comum “participar sem ser”. Por razões próprias à configuração dessas religiões, mas também por uma relação visceral com o catolicismo. Segundo ele esta relação faz com que elas não se assumam um contorno claro e nítido. Eu concordo com Guiambelli até certo ponto. Pelo menos baseado na minha pesquisa de campo nos terreiros de matriz africana e centros espíritas kardecistas da Região Metropolitana de Fortaleza. Embora deva admitir que minha amostragem de casas e templos não é exaustiva. Os centros espíritas kardecistas que visitei ou frequentei tem cancioneiros baseados no hinário católico, entre outras práticas cotidianas contaminadas pelo ideário católico. Já no continuum afro-brasileiro os templos que conheço que vamos conceituar por uma questão metodológica de templos umbandistas: a contaminação católica é mais visível. No Terreiro Tranca-Rua das Almas no João XXIII (Mãe Mazé e Pai Clauber) se inicia a gira com um pai-nosso bíblico e uma ave-maria católica. Uma preta-velha incorporada na coroa do pai-de-santo da casa (Pai Clauber) recomendou após um banho de folha de angola, que eu acendesse uma vela branca para o meu anjo de guarda e rezasse um terço. Isso mesmo: rezar um terço. Esta tenda umbandista tem um compartimento em que eles julgam praticar uma mesa branca kardecista e lá há várias fotografias de santos católicos. Quando a doutrinadora da mesa branca (Mãe Mazé) doutrina os espíritos sofredores ela cita Allan Kardec, Bezerra de Menezes, Santo Ambrósio e São Vicente de Paula com muita naturalidade. O mesmo eu vi em mais três terreiros de rito “umbandista” do bairro João XXIII. Eu discordo do autor quando se fala do candomblé do rito keto, o rito menos ocidentalizado dessas, vamos dizer, religiões mediúnicas. Minha observação é baseada em campo frequentei durante algum tempo o Ilê Asé Omo Tife no Jangurussú e agora frequento o Ilê Asé Ya Omi Arin Ma Sun, em Mucunã, zona rural do município de Maracanaú na Região Metropolitana de Fortaleza. Quanto à debilidade política eu também discordo, é lógico que o campo das religiões tradicionais de terreiro não tem a mesma visibilidade ou verba institucional do campo pentecostal brasileiro, mas há esforços no Brasil de organizar o povo do axé. Há no sudeste um esforço em torno de construir uma coalização suprapartidária chamada “Guerreiros do Axé” do qual o sacerdote e vereador Pai Guimarães é o chefe. Também são dignas de registro duas coalizões digitais em nível de rede, que tenta articular diferente da tradição piramidal das federações de umbanda herdadas da década de 1940 e 1950, que são a: REDE AFRO-BRASILEIRA SÓCIO CULTURAL liderada pelo babalorixá Pai Alex de Brasília e a RBU- REDE BRASILEIRA DE UMBANDA representada pelo sacerdote e escritor umbandista de Santos/SP Manoel Lopes. As duas redes não têm caráter deliberativo, mas caráter consultivo. Concordo com Giambelli quando afirma a notória influência cultural desses ritos na sociedade brasileira. Giambelli procura contextualizar se os segmentos de neo-esoterismo, misticismo e “Nova Era” exibem uma fragilidade identitária ou não. Depois o autor faz uma contextualização historiográfica para saber se se pode falar em “minoria evangélica” no Brasil. E para ele, ao contrário, das religiões mediúnicas, os evangélicos tem representação política desde a década de 1930 e nos anos 1980 pode-se falar em “bancadas evangélicas”. Giambelli concebe a metáfora do mosaico para entender o campo religioso brasileiro, pois o esforço de entendê-lo como algo traduzível em uma tabela com maioria e minoria é inútil, posto que segundo o autor houvesse muitos centros de referência. 3. AS MINORIAS NO FUTURO? O autor através da documentação historiográfica faz um levantamento de quanto o quesito religião passou a ser um quesito censitário no Brasil. Depois Giambelli parece falar apenas de uma realidade que ele conhece mais de perto: a realidade carioca. Citando a polêmica da lei que estipula o ensino religioso no Estado do Rio de Janeiro. Conclui que as religiões não hegemônicas reivindicaram um programa “interconfessional” ou “ecumênico”, que prescindiu da divisão de alunos, professores e currículos. 4. CONCLUSÃO Esta resenha teve como propósito debate a pertinência da noção de maioria ou minoria religiosa em relação ao campo religioso brasileiro. Emerson Giambelli recortou o assunto falando por fim da realidade carioca que ele conhece de perto. E eu ilustrei com dados não conclusivos da realidade metropolitana de Fortaleza no Estado do Ceará. Eu não sei se a pesquisa quantitativa é a melhor maneira de fazer um retrato religioso do Brasil. Se as religiões mediúnicas ou os ritos de matriz africana são tão minoritários como fazem crer o censo de 2010 do IBGE comentado por Reginaldo Prandi, por que há tantos terreiros? Como eles se mantêm? Paga Aluguel, água, luz, telefone, gás? Ou como na reflexão do historiador negro Wilson do Nascimento Barbosa conseguem fiador para imóveis grandes? REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: ABBAGNANO, Nícola. Dicionário de Filosofia – [tradução da 1ª edição brasileira e coordenada por Alfredo Bosi; revisão da tradução e tradução dos novos textos Ivone Castilho Benedetti] – 5ª ed. – São Paulo: Martins Fontes, 2007. ABRAHÃO, J. R. 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